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Campanha de vacinação contra febre aftosa começa dia 1º de novembro

Publicado em 27/10/2015, Por Assessoria de Imprensa

De 1º a 30 de novembro, a Secretaria de Agricultura, Pecuária e Irrigação (SEAP/RS) realizará a segunda etapa da campanha de vacinação contra a febre aftosa no Estado do Rio Grande do Sul, onde deverão ser imunizados os bovinos e búfalos de 0 a 24 meses de idade, totalizando 5 milhões de animais. A estimativa é de que 300 mil produtores estarão envolvidos neste processo.

 

Para esta etapa, o Departamento de Defesa Agropecuária da SEAPI disponibilizará a doação de 2 milhões de doses de vacina contra a febre aftosa aos produtores inscritos no Programa nacional de apoio a Agricultura Familiar (PRONAF) ou no Programa Estadual de Desenvolvimento da Pecuária de Corte Familiar (PECFAM), que possuírem até 30 bovinos e/ou bubalinos no seu rebanho, por núcleo familiar. Estima-se que 230 mil produtores estarão aptos ao recebimento gratuito das doses, ou seja, 65% da categoria.

 

Os demais produtores deverão comprar as doses necessárias para a vacinação do rebanho em casas agropecuárias credenciadas pela SEAPI/RS para a comercialização da vacina contra a Febre Aftosa. Após, deverão comprovar a vacinação através da apresentação da Nota Fiscal de compra e declaração da quantidade de animais vacinados, por categoria, nas inspetorias ou Escritórios de Defesa Agropecuária da SEAPI/RS. O prazo máximo para comprovação da vacinação é de 05 dias uteis, após o término da etapa. Aqueles que não comprovarem a vacinação serão autuados, conforme determinação do Decreto Estadual nº 52.434/2015 e terão sua propriedade interditada até a regularização dos procedimentos.

 

A Febre Aftosa é uma doença viral, altamente contagiosa e de rápida disseminação, com grandes impactos econômicos e sociais nos locais onde ocorre. Por isso, a conscientização de todos quanto à importância da prevenção é fundamental no combate a reintrodução do vírus da Febre Aftosa no Estado. Entre os anos de 2000 e 2001, foram registrados 53 focos confirmados da doença, em diversos municípios do Rio Grande do Sul. Entre as consequências diretas podemos citar o sacrifício de mais de 26 mil animais e o gasto de aproximadamente R$ 11 milhões em ações sanitárias para a contenção da doença, além das perdas econômicas geradas pelo impedimento da venda de produtos de origem animal e vegetal.


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