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Administração continua com Grupos do Programa de Abordagem e Tratamento ao Fumante

Publicado em 13/07/2015, Por Assessoria de Imprensa

Quando você terminar de ler esse parágrafo uma pessoa pode estar morrendo por "culpa" do cigarro. É isso que aponta o relatório da Organização Mundial da Saúde (OMS). A cada seis segundos morre uma pessoa em função de doenças relacionadas ao cigarro. Ainda nesse ano, o Ministério da Saúde divulgou dados que mostram umaqueda de 30,8% no número de fumantes no País nos últimos nove anos. Dado que foi comemorado pela pasta, mas que ainda preocupa, pois, segundo o Instituto Nacional de Câncer, 90% dos casos de câncer de pulmão no Brasil são de pessoas que fumam e um terço dos outros 10% são de fumantes passivos. 

A queda no número de fumantes nos últimos 9 anos foi de 30%. Um fator determinante, segundo o Instituto Nacional do Câncer, foram as inúmeras campanhas feitas. No ano 2000 foi proibida a propaganda de produtos derivados de tabaco em revistas, jornais, outdoors, televisão e rádios e em 2003 passou a ser obrigatória o uso das frases: "Venda proibida a menores de 18 anos" e "Este produto contém mais de 4.700 substâncias tóxicas e nicotina, que causa dependência física ou psíquica. Não existem níveis seguros para consumo destas substâncias". Em 2008, novas imagens de advertência, mais agressivas, passaram a ser introduzidas nos rótulos de produtos derivados do tabaco. Desde 2011, uma Lei Federal proíbe fumar em locais fechados. E em 2012 a ANVISA publicou resolução que restringe aditivos em cigarros. 

Fumar é um dos principais fatores de risco e está associado a 26% das mortes por todos os tipos de câncer e a 84% das mortes por câncer de pulmão. O cigarro também pode aumentar as chances de câncer bucal, laríngeo, faríngeo, esofágico, hepático, pancreático, gástrico renal, vesical, do colo do útero intestinal e de mama. O tabagismo é a principal causa de mortes evitáveis e importante fator de risco para o desenvolvimento das Doenças Crônicas Não Transmissíveis (DCNT) — como câncer, doenças pulmonares e cardiovasculares. No Brasil, ele ainda é maior entre os homens (12,8%) do que entre as mulheres (9%). A faixa etária de maior consumo é entre 45 e 54 anos (13,2%). 

Analisando os fatores citados acima como a importância de Campanhas e Programas para fumantes e os malefícios do tabaco, a Administração Municipal de Sananduva, através da Secretaria da saúde, Unidades de Saúde, continua realizando grupos para os fumantes se tornarem-se ex-fumantes. No momento existem dois grupos em andamento e três Unidades de Saúde envolvidas com estes: Centro Municipal de Saúde, UBS São Roque e UBS São Cristóvão. As pessoas que ingressam nesses grupos permanecem por um ano e recebem apoio medicamentoso, psicológico e de autoajuda.

Segundo a Enfermeira Vanusa dos Santos Zenere, realizar grupos de autoajuda para fumantes é uma forma muito eficaz de reduzir a quantidade de tabagistas e melhorar a qualidade de vida destes e seus próximos. “É uma decisão difícil na vida dos fumantes, nossa missão enquanto profissional é apoiar esta decisão e auxiliar em cada fase, mas aos poucos a ansiedade, angústia e sintomas físicos vão dando lugar a alegria de ter conquistado o parar de fumar, e esta vitória de cada fumante contagia a todos. É gratificante saber o bem que se está proporcionando, a adesão do Município a este Programa esta sendo fundamental para a promoção da saúde e prevenção de doenças.” Concluiu ela. A Administração Pública esta fazendo a sua parte, investindo cada vez mais no ser humano e principalmente na saúde de seus munícipes.


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